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A defesa ferrenha de Haddad em 2023 pelo imposto que o governo agora decidiu revogar: “Não muda nada.”

Em debate no ano da criação da taxa, ministro da Fazenda argumentou que cobrança traria concorrência justa e disse que empresas sérias apoiavam a regularização — agora, o próprio governo recua

Em debate no ano da criação da taxa, ministro da Fazenda argumentou que cobrança traria concorrência justa e disse que empresas sérias apoiavam a regularização — agora, o próprio governo recua

O recente movimento do governo federal para revogar a chamada reacendeu um debate que expõe uma contradição difícil de ignorar. Em 2023, quando a cobrança sobre de baixo valor foi instituída, o da Fazenda, Fernando Haddad, fez uma defesa enfática da medida — tratando-a como sinônimo de transparência, justiça concorrencial e seriedade empresarial.

Um vídeo que voltou a circular nas redes sociais, resgatado pelo perfil de Sam Pancher no X (antigo Twitter), mostra Haddad em pleno debate sobre o tema. Questionado sobre o impacto prático da taxação para a consumidora comum — “a dona de casa que compra a blusinha na Shein” —, o ministro foi categórico: “Não muda nada.”

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