BRASIL

“A grande golpista foi a Dilma”, diz Eduardo Cunha sobre impeachment

À CNN, o ex-presidente da Câmara, que teve prisão domiciliar revogada em maio, disse que votaria em Bolsonaro em um eventual 2º turno

À CNN, o ex-presidente da Câmara, que teve prisão domiciliar revogada em maio, disse que votaria em Bolsonaro em um eventual 2º turno

Em entrevista à CNN na noite deste domingo (16/5), o ex-presidente da Câmara dos Deputados – que teve a prisão domiciliar revogada no início de maio – rechaçou que tenha sido orquestrado um golpe para culminar no impeachment da então presidente Dilma Rousseff do governo do país. Segundo o ex-deputado federal, “a grande golpista foi a Dilma”. “Deu um golpe no Lula para não deixar ele ser candidato”, afirmou à emissora.

Cunha defendeu que o afastamento de Dilma do poder resultou de uma conjuntura jurídica e política. “O impeachment é um processo jurídico-político, é um conjunto da obra. Se não tivesse a razão jurídica, seria muito difícil você dar curso, e eu não daria curso. ”

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