De acordo com o edital, o órgão vai comprar 158.400 garrafas de 500 ml de água. Do total, 14,4 mil serão com gás – que custarão R$ 12.384 – e o restante sem – que significa gasto de R$ 126.240.
O valor unitário das águas com e sem gás são, respectivamente, R$ 0,86 e R$ 0,87.
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Entrar no grupo A água deve ser “acondicionada em garrafas plásticas, transparentes, descartáveis, com capacidade de 500 ml, com tampa de rosca e lacre de segurança. Cada garrafa deve conter data do envase (dia, mês e ano) e prazo de validade legíveis”, diz a especificação do documento.
O período do contrato será de um ano, e os produtos devem ser entregues conforme necessidade da Corte.
Em agosto do passado, a Corte também abriu licitação para comprar água mineral. Na ocasião, o valor total do pregão chegou a R$ 90.780. Trata-se da mesma quantidade de produtos solicitados, mas o custo aos cofres públicos foi menor.
Na época, o preço da garrafa saiu por R$ 0,56. É preciso, contudo, levar em consideração a inflação – que ficou em 11,22% nos últimos 13 meses (de agosto de 2020 a setembro deste ano). Com base nisso, o valor do item deveria ser de R$ 0,62 em 2021, mas será adquirido por R$ 0,87, despesa 40,3% superior.
Em relação à necessidade da grande quantidade de garrafas de água mineral, a Corte disse que o cálculo é feito com base no consumo médio dos produtos nas últimas contratações. O órgão ainda pontuou que tem tentado reduzir o uso de plástico na Casa.
“O STF tem feito um esforço, ao longo dos últimos anos, de estimular o consumo da água nos bebedores do tribunal por meio de garrafas e canecas próprias, tendo acabado com o uso de copos plásticos, como medida ecológica”, diz nota do Supremo.
As informações são do Metrópoles