Mortes sucessivas levantam suspeitas; polícia investiga e diz não haver indícios de crime
Um número incomum de mortes atingiu o partido Alternativa para a Alemanha (AfD) nos dias que antecedem as eleições locais de 14 de setembro. Em apenas 13 dias, quatro candidatos e dois suplentes da legenda morreram no Estado de Renânia do Norte-Vestfália, chamando a atenção da imprensa e da opinião pública.
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Entre os nomes confirmados estão Ralph Lange, de 66 anos; Wolfgang Klinger, de 71; Stefan Berendes, de 59; e Wolfgang Seitz, também de 59 anos. Além deles, dois suplentes do AfD faleceram no mesmo período.
De acordo com informações divulgadas pelo New York Post, as autoridades alemãs garantiram que não há indícios de que os casos estejam ligados a crimes. Duas das mortes já foram oficialmente atribuídas a causas naturais, mas não houve detalhamento sobre as circunstâncias das demais.
Impacto no processo eleitoral
Apesar de a AfD não ser considerada favorita nesta disputa regional, o partido registra crescimento constante desde 2022. Segundo dados da BBC, a legenda saltou de 5,4% para 16,8% de intenção de voto em Renânia do Norte-Vestfália.
Com cerca de 18 milhões de habitantes, o Estado é o mais populoso da Alemanha e terá cerca de 20 mil candidatos concorrendo a cargos públicos nas eleições deste ano.
O elevado número de mortes provocou impacto direto no processo eleitoral, obrigando autoridades locais a reimprimir cédulas de votação e até mesmo a anular votações já realizadas por correio.

Repercussão política
A situação abriu espaço para novas disputas políticas. A líder nacional do AfD, Alice Weidel, reforçou questionamentos sobre os episódios ao compartilhar em suas redes sociais um comentário do economista Stefan Homburg, que classificou a sequência de falecimentos como “estatisticamente impossível”.
Polícia mantém investigações
A polícia alemã confirmou que as mortes estão sob investigação. No entanto, os agentes informaram que mantêm os detalhes sob sigilo, alegando a necessidade de preservar a privacidade das famílias envolvidas.
Ué????
A extrema esquerda (PTzada) não era só “paz e amor”?
Fala, lula.