“Eu gostaria que quem estivesse fazendo essa indicação fosse o presidente Bolsonaro, mas o povo escolheu que fosse o presidente Lula, fez a indicação, nós temos que respeitar”, disse. “É uma decisão pessoal de cada senador, eu mesmo apoio, porque eu conheço sua história.”
Declaração ocorreu ao lado de liderança do União Brasil
A fala foi feita durante conversa com jornalistas ao lado de Antonio Rueda. O Progressistas e o União Brasil formam juntos a federação União Progressista, que reúne 96 deputados federais.
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Entrar no grupo Indicação ao STF já foi formalizada no Senado
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Senado, em 1º de abril, a documentação oficial para a indicação de Messias ao STF. O processo foi encaminhado ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre.
O envio ocorreu 132 dias após o anúncio inicial, feito em novembro do ano passado, etapa necessária para iniciar a tramitação da sabatina.
Cenário político influenciou atraso no envio
A demora na formalização foi atribuída ao cenário político no Senado, inicialmente desfavorável ao nome de Messias. Havia resistência entre parlamentares, incluindo preferências por outros nomes, como o do senador Rodrigo Pacheco.
Sabatina deve ocorrer na Comissão de Constituição e Justiça
Com o aval de setores do chamado centrão, o governo decidiu avançar com a indicação. A expectativa agora é que a análise ocorra na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.
Apesar de sinais positivos para aprovação, parlamentares da oposição indicam que o processo deve ser rigoroso, com questionamentos sobre a atuação de Messias no governo e temas recentes envolvendo a administração federal.