André Marinho afirma que família Bolsonaro fez o maior ‘sacrifício’ pelo Brasil em 2018
André Marinho declarou que a família Bolsonaro fez o maior sacrifício pelo Brasil em 2018 e revelou reconciliação com Flávio Bolsonaro
Por ContraFatos 17/09/2026 Atualizado em 17/09/2026
André Marinho Afirma Que Família Bolsonaro Fez O Maior 'sacrifício' Pelo Brasil Em 2018
Candidato do Novo ao governo do Rio de Janeiro destaca papel dos Bolsonaros no processo eleitoral e revela reconciliação com Flávio
Durante sabatina promovida por VEJA, o candidato do Novo ao governo do Rio de Janeiro, André Marinho, fez declarações contundentes sobre o papel da família Bolsonaro no cenário político brasileiro. Ao ser indagado sobre sua relação atual com Flávio Bolsonaro e o grupo político do ex-presidenteJair Bolsonaro, Marinho afirmou que os Bolsonaros foram quem mais fez “sacrifício” pelo país.
Reconciliação com Flávio Bolsonaro e união contra o PT
Um dos pontos centrais da entrevista foi a relação entre André Marinho e Flávio Bolsonaro. O candidato revelou que houve uma “reconciliação” entre ambos, conduzida de forma “adulta” e “sincera”. Para Marinho, o cenário político atual demanda união diante daquilo que ele classificou como um “inimigo em comum”, fazendo referência direta ao PT e a seus aliados.
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Referência ao atentado de Juiz de Fora e o legado de 2018
Na avaliação de Marinho, os ‘Bolsonaros’ fizeram “um bom sacrifício em 2018 em prol do Brasil” para que houvesse uma possibilidade de “renovação sincera” na política nacional. O candidato também mencionou o episódio de 6 de setembro de 2018, quando Jair Bolsonaro foi alvo de um ataque a faca durante a campanha presidencial, em Juiz de Fora (MG), como parte desse contexto de sacrifício.
Marinho ressaltou ainda que sua própria família teve participação naquele processo, ao lado de uma coalizão que, segundo ele, reunia antipetistas, liberais, conservadores, artistas e pessoas que buscavam transformações na política brasileira.
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Responsabilidade individual e postura na disputa eleitoral
Apesar de reconhecer o papel dos Bolsonaros, o candidato fez questão de ponderar que os integrantes da família Bolsonaro devem responder individualmente por seus “atos, palavras, omissões e eventuais contradições”. Logo em seguida, contudo, acrescentou que, diante do histórico daquele período, ninguém poderia lhe dar “lição de moral”.
Quando questionado sobre seu posicionamento em relação ao bolsonarismo na corrida pelo governo fluminense, André Marinho foi enfático ao dizer que responde por seu próprio “CPF”. Ele declarou que analisa o cenário eleitoral conforme a missão de sua candidatura e afirmou ter ouvido de eleitores a intenção de votar em Flávio Bolsonaro para presidente e nele próprio para governador.