Angelynn Mock, ex-âncora de TV nos EUA, confessa assassinato da própria mãe e pode pegar prisão perpétua
Ex-âncora de TV Angelynn Mock confessou ter assassinado a própria mãe em Wichita, nos EUA, e pode receber prisão perpétua
Por ContraFatos 26/08/2026 Atualizado em 26/08/2026
Angelynn Mock, Ex Âncora De TV Nos EUA, Confessa Assassinato Da Própria Mãe
Ex-apresentadora se declarou culpada de homicídio em primeiro grau após matar a mãe, de 80 anos, em Wichita, no Kansas
A ex-jornalista de televisãoAngelynn “Angie” Mock, de 48 anos, confessou formalmente ter matado a própria mãe, Anita Avers, de 80 anos. O crime aconteceu em 31 de outubro de 2025, na casa onde as duas viviam juntas, em Wichita, no estado do Kansas, Estados Unidos.
A declaração de culpa pelo assassinato em primeiro grau foi feita na última sexta-feira, 21, perante a juíza Faith Johnson. Com a confissão, Mock pode ser condenada à prisão perpétua, tendo direito a solicitar liberdade condicional somente após cumprir 25 anos de reclusão. A data prevista para a sentença é 5 de outubro de 2026.
Leitura
Carreira na televisão americana
Angelynn Mock construiu uma trajetória profissional em diversas emissoras de TV dos EUA. O cargo de maior destaque foi o de âncora do telejornal matinal da KTVI Fox 2, em St. Louis, no Missouri, onde atuou entre 2011 e 2015. Antes e depois desse período, a ex-apresentadora trabalhou em veículos de comunicação nos estados de Oklahoma, Minnesota, Montana e Nebraska.
Versões contraditórias durante a investigação
Quando policiais chegaram ao local do crime, encontraram Mock do lado de fora da residência, com cortes nas mãos. Dentro da casa, Anita Avers estava na cama, com múltiplos ferimentos provocados por faca. A vítima foi socorrida e transportada para um hospital, mas não sobreviveu.
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Ao longo da investigação, a ex-âncora de TV forneceu relatos diferentes sobre o que havia acontecido. Em um primeiro momento, alegou legítima defesa, dizendo que a mãe teria tentado atacá-la com uma faca. Posteriormente, contou que Anita começou a afiar facas enquanto as duas conversavam sobre uma entrevista de emprego. Mock também declarou que acreditava ser a mãe o diabo e que precisava matá-la para se “salvar”.
Tratamento psiquiátrico e retomada do processo
O andamento do caso chegou a ser interrompido após uma avaliação médica indicar que Mock não reunia condições psicológicas para enfrentar um julgamento. Ela foi então encaminhada a um hospital psiquiátrico estadual para tratamento. Em julho de 2026, a Justiça considerou que a ré estava apta a responder pela acusação, o que possibilitou a retomada do processo e a posterior declaração de culpa.