Num primeiro material, um grupo de homens à paisana é visto aproximando-se da praça, perto do centro histórico da cidade, com paus nas mãos e vigiados por oficiais da Polícia Nacional Revolucionária enquanto alguns seguram a bandeira cubana e gritam o nome de Fidel Castro.
Receba no WhatsApp as principais noticias do diaEntre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
Entrar no grupo A multidão repressiva se dirige para a parte insatisfeita da população que defende mudanças políticas imediatas na ilha, assim como o acesso a medicamentos, alimentos e o fim da ditadura.
As imagens não mostram o grupo repressivo atacando explicitamente os manifestantes pacíficos, mas algumas pessoas que estiveram na área dizem que foi um confronto brutal, em que presumivelmente as forças da ordem pública não impediram o confronto entre cidadãos violentos.
O outro vídeo divulgado mostra um grupo de jovens com calças e camisetas verde oliva, circundando a área onde estão os manifestantes.
As denúncias que foram feitas nas redes sociais mencionam que seriam militares que cumpriam o Serviço Militar Ativo (Obrigatório), mobilizados para reprimir a população.
Eles podem ver como isolam a área, apertando as mãos depois que o grupo de homens com paus chega ao parque Máximo Gómez.
O objetivo talvez fosse evitar que os manifestantes escapassem quando o confronto entre os dois grupos aumentasse, ou simplesmente estabelecer uma diferença clara entre aqueles que eram a favor ou contra o governo comunista.
Entre os materiais que foram liberados desde o início dos protestos, está o uso de soldados em trajes civis e armados com paus para fazer frente à população.
A agência Reuters informou sobre a mobilização de tropas por parte das autoridades em vários pontos da capital e como eles detiveram cidadãos de forma arbitrária e com uso desproporcional da força, tudo para impedi-los de protestar nas vias públicas.
As informações são da Cibercuba