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As fábricas francesas podem introduzir ‘coleiras de cachorro’ para manter os trabalhadores fisicamente distantes

A direção da Essity quer equipar sua força de trabalho com coleiras que emitem um ruído ou um sinal se dois trabalhadores se aproximam demais.

A direção da Essity quer equipar sua força de trabalho com coleiras que emitem um ruído ou um sinal se dois trabalhadores se aproximam demais.

A empresa sueca de produtos de higiene Essity gerou críticas generalizadas na França por ter planejado equipar seus trabalhadores com coleiras ou cintos que tocariam se estivessem próximos uns dos outros, em um esforço para evitar COVID- 19 infecções. O plano foi apresentado como uma forma de “reforçar a segurança dos colaboradores” ao limitar a “transmissão do vírus o máximo possível”.

A Essity, especializada em produtos como fraldas, papel higiênico, algodão desmaquilhante, meias de compressão e outros bens paramédicos, possui unidades em mais de 100 países, com oito fábricas e mais de 2.800 funcionários só na França. Todos esses estariam preocupados com a medida. Sua iniciativa atraiu muita atenção nos principais meios de comunicação, enquanto comentaristas das redes sociais com raiva descreveram os “dispositivos de ” como coleiras de cachorro.

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