POLÍTICA

Caderneta da Gestante de Lula vira alvo de revolta por aborto e linguagem neutra

Nova Caderneta da Gestante do governo Lula provoca polêmica ao incluir referências ao aborto e adotar linguagem neutra de gênero no material oficial

Material do Ministério da Saúde inclui expressões como ‘pessoas que gestam’ e provoca reações de grupos conservadores e movimentos pró-vida

Grupos conservadores e movimentos pró-vida intensificaram as contra a nova Caderneta da Gestante, publicação do que foi lançada em versão física e digital na terça-feira 12 de maio. O principal alvo das objeções são referências ao aborto presentes no documento e o uso de termos considerados alinhados a pautas progressistas, como “pessoa gestante” e “pessoas que gestam”.

O que contém o material lançado pelo governo Lula

Elaborada para auxiliar no acompanhamento do pré-natal, do parto e do pós-parto, a caderneta reúne orientações sobre temas variados: saúde mental, violência obstétrica, materno e direitos das gestantes. A proposta oficial é concentrar informações relevantes em um único documento acessível às usuárias do Sistema Único de Saúde.

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