Cármen Lúcia avalia antecipar aposentadoria do STF
Site afirma que Cármen Lúcia considera antecipar aposentadoria do STF por desgaste emocional, mas não há confirmação oficial.
Por ContraFatos 14/10/2025 Atualizado em 14/10/2025
Cármen Lúcia, presidente do TSE | Foto: Reprodução/Tribunal Superior Eleitoral
Ministra teria confidenciado a pessoas próximas possibilidade de deixar a Corte antes de 2029
A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), estaria considerando antecipar sua aposentadoria antes do prazo legal, segundo reportagem publicada nesta segunda-feira (13) pelo portal Cláudio Dantas. De acordo com a apuração, a magistrada teria mencionado a possibilidade a interlocutores próximos, o que sinalizaria uma saída ainda durante o governo Lula.
Cármen Lúcia, que completará 70 anos em 2026, só seria obrigada a deixar o cargo em 2029, quando atingirá a idade limite de 75 anos prevista pela Constituição.
Leitura
Motivos pessoais e desgaste
Segundo o site, o desgaste emocional decorrente da rotina no Supremo teria motivado a reflexão sobre uma aposentadoria antecipada. A publicação cita que a ministra estaria buscando equilíbrio emocional e espiritual, recorrendo a práticas alternativas semelhantes às adotadas por outros magistrados.
Especulações políticas
A matéria também menciona que a magistrada teria expressado preocupação com o cenário político e jurídico internacional, especialmente após casos de sanções e bloqueios financeiros que afetaram autoridades de outros países. O texto ainda sugere que Cármen Lúcia defenderia que a vaga deixada por Luís Roberto Barroso — caso ele venha a deixar o tribunal antes do prazo — seja ocupada por uma mulher, reforçando a representatividade feminina no STF.
Receba no WhatsApp as principais noticias do dia
Entre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
Até o momento, não há confirmação oficial da ministra ou de sua assessoria sobre qualquer decisão relacionada à aposentadoria. Fontes ligadas ao Supremo afirmam que Cármen Lúcia mantém sua rotina de trabalho normalmente e segue envolvida nas atividades da Corte, inclusive na presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até junho de 2026.