Casal confessa ter asfixiado recém-nascido em Duque de Caxias: ‘Não queriam o bebê’
Casal foi preso em flagrante em Duque de Caxias após confessar que asfixiou o próprio filho recém-nascido logo após o parto
Por ContraFatos 28/07/2026 Atualizado em 28/07/2026
pais
Bebê nasceu com vida e chorou antes de ser morto pelos próprios pais na Baixada Fluminense
A Polícia Civil investiga um caso brutal de infanticídio ocorrido na madrugada de sábado (25), no bairro Vai Quem Quer, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Larissa Monteiro da Costa e Bruno Lucas Ribeiro da Silva foram presos em flagrante após confessarem que asfixiaram o próprio filho recém-nascido logo após o parto, realizado no quintal da residência da família.
Gestação escondida e parto sem assistência
De acordo com as investigações, Larissa ocultou a gravidez durante todos os meses de gestação. Ela não realizou nenhum acompanhamento pré-natal e nenhum familiar foi informado sobre a gravidez. Quando entrou em trabalho de parto na madrugada de sábado, a mulher chamou Bruno, pai da criança, para auxiliá-la.
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Confissão detalhada à Polícia Civil
Os depoimentos do casal revelaram detalhes perturbadores sobre a dinâmica do crime. Bruno confirmou aos investigadores que o recém-nascido nasceu com vida e chegou a chorar. Larissa, por sua vez, declarou que a decisão de asfixiar a criança foi tomada em conjunto pelo casal, alegando que “não queriam o bebê”. Após a companheira sufocar o filho, Bruno colocou o corpo do bebê dentro de um saco plástico.
Como o crime foi descoberto
A descoberta aconteceu no Hospital Municipal Adão Pereira Nunes, na mesma região. Após o parto, Larissa desmaiou e precisou ser levada à unidade de saúde por familiares. Os médicos que a atenderam estranharam o quadro clínico e passaram a questionar onde estava a criança. Diante da pressão, o casal acabou revelando que o bebê estava morto em um cômodo nos fundos do imóvel onde viviam.
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Tanto Larissa quanto Bruno foram autuados em flagrante e permanecem sob custódia da Justiça. A mulher segue internada no hospital sob escolta policial, em razão de complicações decorrentes do pós-parto. A Polícia Civil continua conduzindo as investigações para apurar todas as circunstâncias do caso.