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Ciro Nogueira defende candidato “estilo Tarcísio” para unir a direita em 2026

Senador do PP cita Tarcísio de Freitas e Ratinho Júnior como nomes mais viáveis para a disputa presidencial

O senador e presidente do Progressistas (PP), Ciro Nogueira (PI), afirmou neste domingo (12) que a direita deveria ter apenas um candidato à Presidência da República em , desde que seja um nome capaz de “unificar a todos”. Para ele, o governador de São Paulo, (Republicanos), seria o perfil ideal.

Se for um candidato estilo , que unifique a todos, do MDB ao PL, não tenho dúvida que é melhor ter um só candidato”, disse Nogueira em entrevista ao programa Canal Livre, da Band.

O senador destacou ainda que Tarcísio de Freitas e o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), são os nomes mais viáveis para representar o campo conservador nas eleições presidenciais. “Eu defendo nós escolhermos o melhor candidato à Presidência possível, analisando não só intenção de voto, mas rejeição e desconhecimento, que favorece muito os nomes do Ratinho e do Tarcísio”, completou.

Disputa interna e recado a Caiado

Na última quinta-feira (9), após se reunir com o ex-presidente Jair (PL), Ciro Nogueira comentou sobre o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), outro nome cotado à direita para 2026. Embora tenha evitado críticas diretas, o senador afirmou que o futuro candidato precisa demonstrar viabilidade eleitoral.

Não sou eu que vou impedir ou apoiar sua candidatura. Quem tem que apoiar é o povo”, declarou.

Cautela e pragmatismo político

Cotado para compor uma chapa como vice-presidente da direita, Ciro Nogueira defende uma escolha pragmática baseada em dados e pesquisas. Segundo ele, o nome escolhido deve agregar votos e evitar divisões dentro do campo conservador.

Primeiro que não prejudique; se puder agregar eleitoralmente, melhor ainda”, afirmou. O senador também mencionou que o sobrenome Bolsonaro “agrega com certeza”, mas ponderou que o grupo precisa agir com cautela.

Temos que ser muito pragmáticos e fazer escolha em cima de pesquisas, em cima de dados”, concluiu.


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