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Condenado à morte que se acredita imortal não pode ser executado, decide juíza nos EUA

Juíza vetou execução de John Richard Wood, condenado à morte que acredita ser imortal devido a esquizofrenia grave diagnosticada por três especialistas

Detento diagnosticado com esquizofrenia afirma já ter “morrido e voltado” três vezes e diz que ressuscitará após execução

A da Carolina do Sul barrou a de John Richard Wood, de 59 anos, preso no corredor da morte há mais de duas décadas pelo assassinato de um policial estadual. A decisão foi proferida pela juíza Grace Knie, que entendeu que o detento — que acredita ser imortal — sofre de uma doença mental grave o suficiente para impedi-lo de compreender racionalmente seus crimes, a razão de sua punição e a própria natureza da pena imposta.

Três especialistas concordaram: Wood não tem competência para ser executado

O veredito da magistrada se baseou em laudos produzidos por três profissionais distintos: um psiquiatra indicado pela promotoria, um psiquiatra independente e um psicólogo vinculado à equipe jurídica de Wood. Os três chegaram à mesma conclusão — o presidiário não atende ao padrão legal de competência necessário para a aplicação da , segundo reportagem publicada pelo “South Carolina Daily Gazette”.

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