“Não é caso de flagrante desrespeito”
Ao justificar o posicionamento, Alcolumbre afirmou que não identificou violação evidente ao regimento ou à Constituição.
“Não é caso de flagrante desrespeito ao regimento e à Constituição. Não há aqui situação que justifique a excepcional atuação desta presidência para anular deliberação da CPMI”, declarou.
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Entrar no grupo Ele acrescentou:
“A suposta violação das normas regimentais e constitucionais pelo presidente da CPMI do INSS não se mostra evidente e inequívoca, razão pela qual não se faz necessário uma intervenção do presidente da Mesa do Congresso Nacional o procedimento adotado na reunião de 26 de fevereiro de 2026”.
Divergência sobre contagem de votos
O pedido de anulação foi apresentado por governistas, que alegaram haver “um golpe” na condução da votação que aprovou, além da quebra de sigilos de Lulinha, outros 86 requerimentos.
Segundo a base do governo, o presidente da CPI, Carlos Viana (Podemos-MG), teria ignorado parte dos votos contrários. Parlamentares que se opuseram aos requerimentos foram convidados a se manifestar para que seus posicionamentos fossem contabilizados, e Viana registrou sete votos contrários.
Governistas afirmaram que as imagens da sessão indicariam 14 integrantes com voto contrário. Alcolumbre, porém, ressaltou que 31 parlamentares estavam presentes na reunião, número que, segundo ele, não permitiria maioria suficiente para barrar os requerimentos.
Com a decisão, permanecem válidas as quebras de sigilo aprovadas pela CPI.