Últimos momentos foram registrados por câmeras
Lorna deixou o hotel no dia 27 de setembro acompanhada de seu marido, Leon Probert, de 81 anos, com quem mantinha um relacionamento há três décadas. Imagens de segurança mostram o casal saindo por volta das 14h30, levando um mapa que indicava uma trilha circular de aproximadamente cinco quilômetros até um lago próximo.
Pouco após o início do percurso, Leon decidiu retornar ao hotel devido ao calor, enquanto Lorna optou por seguir sozinha.
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Entrar no grupo Testemunha viu a turista pela última vez
O último avistamento confirmado ocorreu por volta das 15h15. O agricultor Koos Prinsloo relatou que a britânica parou próximo à sua propriedade para pedir orientações.
A partir desse momento, não houve mais registros da presença de Lorna.
Buscas intensas não encontraram pistas concretas
Uma operação de grande escala foi mobilizada para tentar localizar a turista. Durante seis dias, equipes compostas por policiais, guardas florestais, segurança privada e especialistas utilizaram cães farejadores, drones, barcos, helicópteros e aviões.
Apesar do esforço, nenhuma evidência conclusiva foi encontrada.
Dados de celulares levantam novas hipóteses
Entre os poucos elementos considerados relevantes pela investigação está o rastreamento de três aparelhos celulares que se deslocaram até a área onde um mapa de papel amassado, possivelmente pertencente à vítima, foi localizado.
Os dispositivos permaneceram no local por cerca de 15 minutos no dia do desaparecimento. Posteriormente, um deles teria se deslocado em velocidade compatível com a de um carro.
Outros casos aumentam clima de apreensão
O desaparecimento de Lorna não é um episódio isolado. Desde então, uma jovem também sumiu na mesma região, e uma aposentada foi encontrada morta com as mãos decepadas.
A sequência de ocorrências alimenta especulações sobre possíveis crimes ligados a práticas ritualísticas, embora nenhuma hipótese tenha sido oficialmente confirmada pelas autoridades.
Investigação segue sem suspeitos
Até o momento, a polícia sul-africana não efetuou prisões relacionadas aos casos.
As investigações continuam, mas a falta de evidências concretas mantém os desaparecimentos envoltos em mistério.