Desesperado, Lula eleva Bolsa Família em 15% com impacto bilionário às vésperas das eleições
Governo Lula reajusta Bolsa Família em 15%, elevando o piso para R$ 691, com impacto fiscal bilionário às vésperas das eleições de outubro
Por ContraFatos 17/09/2026 Atualizado em 17/09/2026
Foto: Ricardo Stuckert
Piso do benefício sobe de R$ 600 para R$ 691, com custo estimado em R$ 27,8 bilhões até 2027
A poucos meses do pleito de outubro, o governoLula anunciou um reajuste de aproximadamente 15% no valor do Bolsa Família. O piso do programa, atualmente em R$ 600, será elevado para R$ 691. A decisão foi formalizada por meio de decreto presidencial assinado recentemente.
Origem do piso e impacto fiscal da medida
O valor mínimo de R$ 600 para o Bolsa Família foi instituído ainda na gestão de Jair Bolsonaro e posteriormente preservado pelo governo Lula por meio da PEC da transição. Com o novo reajuste, os números do Ministério do Planejamento apontam um impacto fiscal de R$ 5,8 bilhões em 2026 e mais R$ 22 bilhões em 2027.
Leitura
Ministro defende que medida respeita regras fiscais
O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, saiu em defesa do aumento. “Do ponto de vista fiscal, importante que a gente lembre que isso está sendo feito dentro das regras”, afirmou.
Contexto político e queda nas pesquisas
A decisão ocorre em um momento delicado para o presidenteLula, que vem registrando queda nas pesquisas eleitorais. Analistas apontam que o reajuste no Bolsa Família às vésperas das eleições configura uma estratégia para tentar reconquistar popularidade junto ao eleitorado mais vulnerável. Críticos classificam a iniciativa como um acionamento do “modo desespero” por parte do Planalto.
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