Dilma Rousseff mantém estrutura milionária de ex-presidente no Brasil enquanto vive na China
Mesmo morando na China, Dilma Rousseff mantém estrutura de ex-presidente que já custou R$ 8,4 milhões ao Brasil.
Por ContraFatos 20/10/2025 Atualizado em 20/10/2025
Foto: Agência Brasil
Mesmo residindo em Xangai e presidindo o banco dos Brics, ex-presidente custa caro aos cofres públicos brasileiros
Mesmo morando em Xangai, onde ocupa o cargo de presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), conhecido como banco dos Brics, Dilma Rousseff continua gerando altos custos ao contribuinte brasileiro. Entre janeiro e setembro deste ano, as despesas ligadas à sua estrutura de ex-presidente somaram R$ 1.694.114,57, segundo dados da Casa Civil.
Os gastos incluem R$ 94,1 mil em diárias, R$ 7,2 mil em combustível e R$ 14,9 mil destinados à manutenção dos veículos oficiais — que, embora não sejam usados por Dilma na China, permanecem ativos e sob responsabilidade do governo brasileiro.
A equipe de assessores e seguranças da ex-presidente, que permanece no Brasil, também representa uma fatia significativa das despesas: R$ 742,6 mil foram gastos com esses profissionais desde o início do ano. Há ainda R$ 18,2 mil pagos em seguros.
Benefícios por residir no exterior
Mesmo não sendo obrigada a viver fora do país, Dilma Rousseff recebe uma indenização adicional por residir no exterior, que já soma R$ 87,7 mil. Além disso, há pagamentos de auxílio-moradia e outras retribuições, que juntos ultrapassam R$ 249 mil apenas em 2024.
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De acordo com registros oficiais da Casa Civil, o chamado “custo Dilma” atingiu R$ 8.421.075,05 entre 2021 e setembro deste ano. Os valores englobam salários de servidores, manutenção de veículos e outros benefícios garantidos por lei a ex-presidentes, independentemente de estarem em exercício de função pública ou não.