Edson Fachin dá 48 horas para diretor da PF prestar informações ao STF sobre permanência no cargo
Fachin intimou o diretor-geral da PF a prestar informações em 48 horas e suspendeu decisões conflitantes de André Mendonça e Flávio Dino
Por ContraFatos 09/09/2026 Atualizado em 09/09/2026
Sessão plenária do STF • Gustavo Moreno/STF
Presidente do Supremo suspendeu decisões conflitantes de André Mendonça e Flávio Dino sobre Andrei Rodrigues
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, foi intimado pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, a fornecer informações à Corte dentro de um prazo de 48 horas. A decisão foi tornada pública nesta quarta-feira (9).
Decisões de Mendonça e Dino foram suspensas simultaneamente
Em um cenário de determinações judiciais contraditórias, Fachin optou por suspender tanto a decisão do ministro André Mendonça, que havia afastado Andrei Rodrigues da chefia da PF, quanto a do ministro Flávio Dino, que determinara a reintegração do delegado ao cargo. Com essa suspensão, o diretor-geral permanece na função até que o presidente do Supremo se manifeste novamente.
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Informações subsidiarão decisão sobre permanência à frente da PF
Segundo o magistrado, os esclarecimentos prestados por Andrei Rodrigues terão papel central na análise do tribunal sobre a manutenção dele na diretoria-geral da Polícia Federal. Fachin fez questão de reforçar que deliberações envolvendo o cargo de diretor da PF são de competência exclusiva da presidência da Corte.
Sessão plenária marcada para analisar relatórios envolvendo Alexandre de Moraes
Além das determinações sobre a chefia da PF, Fachin agendou para a próxima terça-feira (15) uma sessão plenária do STF. Na pauta estará o pedido de investigação relacionado a relatórios da Polícia Federal que mencionam o ministro Alexandre de Moraes. O caso é discutido em processo sob a relatoria de André Mendonça.
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