Divergências e elogios
“Eu vou evitar entrar em polêmica com o governador Tarcísio. Mais uma vez, o assunto da eleição não é para agora. Quem vai decidir, caso Bolsonaro não possa concorrer, será ele próprio. Do Tarcísio eu tenho elogio a fazer: foi muito feliz no seu discurso. Espero que essa fala seja permanente, seguida de condutas pró-anistia”, declarou em entrevista ao Poder360.
Questionado sobre a possibilidade de Tarcísio ser apoiado por Bolsonaro em 2026, Eduardo evitou cravar um posicionamento. “Muita coisa pode acontecer até a eleição”, respondeu. Em seguida, reforçou: “O candidato é Jair Messias Bolsonaro. Então vamos para frente”.
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Entrar no grupo Críticas e postura política
Eduardo também comentou sobre conversas divulgadas pela Polícia Federal que apontaram divergências dele com o pai em relação a Tarcísio. Segundo o deputado, sua crítica principal era que o governador acreditava demais no “caminho do diálogo”, enquanto ele defendia uma postura mais dura.
“Chega num ponto em que o Tarcísio chega para somar. Seja bem-vindo, governador Tarcísio. Fico feliz com suas movimentações”, afirmou.
Sobre as possíveis motivações da mudança de postura do governador, Eduardo disse não se importar. “Pouco importa a motivação dele. Isso aí já não me interessa. Agora o foco é na anistia ampla, geral e irrestrita.”
Fala de Tarcísio no ato
No palanque da Paulista, Tarcísio endureceu o tom contra o Supremo Tribunal Federal e mencionou diretamente o ministro Alexandre de Moraes pela primeira vez. O governador afirmou que há uma “tirania” na atuação do magistrado e declarou não aceitar que um “ditador paute o que devemos fazer”.