Amapá e Bahia lideram ranking de homicídios; estados da oposição registram os menores índices
Dados atualizados do Atlas da Violência, produzido pelo IPEA em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, revelam um padrão preocupante: os estados mais violentos do país são comandados por petistas ou por governadores alinhados ao presidente Lula (PT). Na outra ponta, as unidades federativas com menor violência letal estão todas sob gestão de políticos da oposição.
Amapá e Bahia no topo do ranking de homicídios
O Amapá, governado por Clécio Luís (União Brasil), que declarou apoio e pediu votos para Lula, ocupa a primeira posição com uma taxa alarmante de 45,7 homicídios por 100 mil habitantes. Logo atrás aparece a Bahia, estado dominado pelo PT há 19 anos consecutivos, com 40,9 pontos no índice.
Completam o topo desse ranking perigoso: Pernambuco, com taxa de 37,3; Alagoas, com 35,9; e o Ceará. Entre os governadores desses estados, apenas a pernambucana Raquel Lyra (PSD) manteve neutralidade política em relação ao governo federal.
Ceará registra a maior piora do país
Enquanto a média nacional de homicídios apresentou queda de 8,6% no período entre 2019 e 2024, o Ceará — estado com histórico de gestões petistas — caminhou na direção oposta. O índice de violência subiu 28% no estado, configurando a maior piora registrada em todo o território nacional.
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Oposição governa os estados mais seguros
São Paulo lidera o ranking de segurança, com taxa de apenas 6,6 homicídios por 100 mil habitantes. Na sequência estão Santa Catarina (8,1), Distrito Federal (10,3), Minas Gerais (12,8) e Rio Grande do Sul (15,2). Todos esses estados são administrados por governadores de oposição ao governo Lula.
TCU aprova acordo polêmico e neutraliza a Aneel
Em outro tema relevante, o Tribunal de Contas da União aprovou por unanimidade o acordo firmado entre o Ministério de Minas e Energia e a MEZ Energia. A decisão ocorreu apesar da resistência da Aneel, que havia solicitado a caducidade de cinco concessões da empresa.
O chamado “consenso” preserva o contrato de uma linha subterrânea na Grande São Paulo, eleva a receita da empresa em 142,6% e reduz drasticamente as multas aplicadas — de R$186 milhões para R$38 milhões. Antes da sessão que definiu o acordo, o MPF comunicou ao TCU que não havia tido acesso aos autos e solicitou todos os documentos sigilosos.
O ministro Benjamin Zymler acompanhou o voto de Nardes, mas fez questão de registrar o que chamou de óbvio: a Aneel não participou das negociações e já havia decidido pela caducidade das concessões.
Em nota oficial, a MEZ Energia destacou sua expertise e a entrega da linha no menor prazo possível: “Qualquer outra solução significaria risco de blackout para São Paulo.”
Na prática, TCU e MME neutralizaram a Aneel ao recalcular a RAP, contornar a caducidade e salvar a empresa que não havia realizado as obras previstas.
Poder sem Pudor: Sob a mira de Serra
Ao ler nesta coluna que o então senador Aloizio Mercadante (PT-SP) criticou José Serra, na época governador de São Paulo, por ter posado para fotógrafos com um rifle na mão, o deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP) cutucou: “Será por Serra estar mirando nos aloprados do PT, apanhados com R$1,7 milhão, de que não se sabe a origem?”.
STF amplia prazo para PGR se manifestar sobre Bolsonaro
O ministro do STF Nunes Marques decidiu dobrar o prazo para que a Procuradoria-Geral da República se posicione sobre o pedido de revisão apresentado pela defesa de Jair Bolsonaro em relação à sua condenação. O período padrão é de dez dias, mas o ministro concedeu 20.
CPMI do INSS cobra ação da Polícia Federal
Relator da CPMI do INSS, o senador Alfredo Gaspar (PL-AL) quer saber quando a PF vai bater à porta da “senadora de esquerda delatada por Maurício Camisotti”, acusada de ter recebido R$7 milhões no esquema bilionário de fraudes.
Governo nega participação na prisão de Ramagem
O governo tentou capitalizar politicamente, mas o próprio ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, desmentiu a versão: nem o governo e nem a Polícia Federal tiveram qualquer relação com a prisão de Alexandre Ramagem.
Moro promete agência anticorrupção no Paraná
Pré-candidato ao governo do Paraná, Sérgio Moro (PL) reafirmou sua postura de linha dura contra a corrupção. Caso seja eleito, promete criar a primeira agência anticorrupção do estado, em parceria com o Ministério Público e o Judiciário.
Frase do dia
“Obviamente, vocês gostam de bandido” — Deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), após a esquerda atrasar a revisão da maioridade penal.
Flávio Bolsonaro amplia agenda na Casa Branca
Depois do encontro com Donald Trump, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) retornou à Casa Branca para reuniões com outras autoridades americanas, incluindo o secretário de Estado, Marco Rubio, e o vice, Christopher Landau.
PT quase ausente no Ranking dos Políticos
Na premiação dos melhores no Ranking dos Políticos, o PT praticamente não apareceu. A senadora Tereza Leitão (PE) surge apenas na 154ª posição. Quem lidera as avaliações é a deputada Adriana Ventura (Novo-SP).
Oposição marca aniversário do impeachment de Dilma
“No aniversário de 10 anos do impeachment de Dilma, Lula entrega ao Brasil a volta da inflação”, observou o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), acrescentando: “sem pandemia, sem crise hídrica, sem Brumadinho”.
Vereador ironiza mensagens de Lulinha
O vereador Rubinho Nunes (União-SP) ironizou as mensagens trocadas entre Lulinha e investigados pela fraude no INSS: “quanto tempo até aparecer alguém dizem que o filho do Lula, na verdade, é filho do Bolsonaro?”.
…foto que “não importa” não provoca tanta reações.
