Khalil concluiu seu mestrado na Universidade Columbia em dezembro de 2023, mas permaneceu morando no campus, conforme permitido pela instituição. Desde então, ele continuou organizando protestos, incluindo a recente invasão da Biblioteca Milstein, no Barnard College, na última semana.
📌 Durante os atos, foram distribuídos panfletos do “Escritório de Mídia do Hamas”, justificando os ataques de 7 de outubro de 2023, quando terroristas invadiram Israel, mataram 1.200 pessoas e sequestraram 251 reféns.
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Entrar no grupo 📌 Manifestantes também exibiram imagens do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, morto em um ataque israelense em setembro de 2023.
O presidente da Associação de Ex-Alunos Judeus de Columbia, Ari Shrage, condenou os atos:
“Esses manifestantes estavam distribuindo materiais de organizações terroristas como Hamas e Hezbollah. Todo cidadão americano deveria se preocupar quando estudantes incentivam atividades terroristas em solo dos EUA.”
Repressão a manifestações violentas
Nos últimos meses, protestos em universidades americanas têm se tornado cada vez mais agressivos, resultando na ocupação de prédios, vandalismo e ameaças a estudantes judeus.
📍 26 de fevereiro: Manifestantes mascarados invadiram o histórico Milbank Hall, no Barnard College, agrediram um segurança e picharam mensagens como “Palestina Livre”.
📍 5 de março: Cerca de 200 ativistas tomaram a Biblioteca Milstein, pendurando um cartaz de “Procurado” com a foto da decana Leslie Grinage e uma efígie da presidente do Barnard, Laura Rosenbury.
A polícia de Nova York evacuou o local após uma falsa ameaça de bomba, resultando na prisão de nove estudantes.
Trump endurece políticas contra ativistas estrangeiros
A prisão de Khalil ocorre em meio ao endurecimento da política migratória do governo Trump. Recentemente, o presidente anunciou o corte de US$ 400 milhões em verbas federais para a Universidade Columbia, alegando que a instituição não está cumprindo leis antidiscriminação.
O ICE afirmou que a detenção de Khalil segue uma diretriz do Departamento de Estado para revogar vistos de estrangeiros envolvidos em atividades subversivas nos EUA.
Reação e apoio a Khalil
A prisão do ativista gerou protestos de seus apoiadores, que alegam perseguição política. Um grupo lançou uma petição online pedindo sua libertação, que já conta com mais de 273 mil assinaturas.
Khalil, que já havia sido suspenso da universidade por promover protestos radicais, declarou anteriormente:
“Enquanto Columbia continuar investindo e lucrando com o apartheid israelense, os estudantes resistirão.”
A escalada da repressão reflete o aumento das tensões políticas nos EUA, enquanto o governo Trump endurece sua política de imigração e segurança nacional, buscando conter movimentos estudantis pró-Hamas que têm gerado preocupação crescente.