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Executiva do JPMorgan é acusada de transformar subordinado em ‘escravo sexual’ em processo que corre em Nova York

Executiva do JPMorgan é acusada de coagir subordinado a atos sexuais, transformando-o em escravo sexual, segundo processo em Nova York

Caso reaparecer nos registros do Supremo Tribunal de Manhattan envolve alegações de coerção, abusos e discriminação racial contra funcionária da divisão de Financiamento Alavancado

Um que ganhou repercussão internacional coloca no centro das atenções a executiva Lorna Hajdini, do JPMorgan, acusada de usar sua posição hierárquica para submeter o funcionário júnior a uma série de abusos sexuais, transformando-o no que a ação descreve como . O caso tramita no Supremo Tribunal de Manhattan, em , nos Estados Unidos.

Processo retirado e reprotocolado em questão de dias

De acordo com o jornal “NY Post”, a ação havia sido protocolada e rapidamente retirada na semana passada, mas reapareceu de forma repentina nos registros do tribunal na segunda-feira. O JPMorgan insiste que o processo é totalmente fabricado.

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