Flávio Bolsonaro chama Moraes de “violador de direitos humanos” durante entrevista à TV francesa

Senador cumpre agenda internacional para fortalecer pré-candidatura à Presidência e critica governo Lula

O senador e pré-candidato à Presidência, (PL-RJ), declarou nesta segunda-feira (9) que o ministro Alexandre de Moraes (STF) é um “violador de direitos humanos”. A afirmação foi feita durante uma entrevista à TV francesa CNEWS, como parte de sua agenda internacional voltada a impulsionar sua candidatura ao Planalto.

Segundo Flávio, “o não aguenta mais quatro anos de um governo de esquerda”, reforçando seu discurso de oposição à atual gestão federal.

Críticas a Moraes e menção à Lei Magnitsky

Durante a entrevista, o senador alegou que o ministro Alexandre de Moraes foi sancionado pela Lei Magnitsky, medida adotada por governos estrangeiros para punir autoridades acusadas de violar direitos humanos.

“Esse juiz (Moraes) que foi sancionado na Lei Magnitsky, porque de fato ele é um grande violador de direitos humanos. Ele perseguiu a imprensa e cidadãos americanos”, afirmou Flávio.

Defesa de Bolsonaro e denúncias de perseguição política

Flávio também comentou a condenação do ex-presidente (PL), seu pai, que enfrenta ações judiciais por tentativa de e pela divulgação de fake news nas eleições presidenciais passadas.

O senador defendeu que há uma articulação para excluir Bolsonaro da cena política:

“O sistema foi ali, organizado para tirar o presidente Bolsonaro da presidência da República e agora da disputa presidencial, e nós temos a convicção de que o povo brasileiro a cada dia que passa está mais consciente da grande armação que aconteceu contra uma pessoa inocente, que não deveria estar passando pelo que está passando”, disse.

Campanha em andamento e desempenho nas pesquisas

Flávio também comentou o cenário eleitoral, destacando o engajamento nas redes sociais e o crescimento de seu nome em pesquisas de intenção de voto desde que passou a ser apontado como principal nome do Partido Liberal (PL) para as eleições de outubro.

“Por conta disso, meu nome aparece em algumas pesquisas à frente do atual presidente da República (Lula), porque o Brasil não aguenta mais quatro anos de um governo de extrema esquerda”, concluiu o senador.

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