Críticas à direção, não aos policiais
O senador fez questão de separar suas declarações da atuação dos agentes da PF. Segundo ele, os ataques são direcionados exclusivamente à direção da corporação, e não aos policiais federais que integram os quadros da instituição.
Flávio Bolsonaro alega ser alvo de campanha de perseguição
Ao longo da live, o pré-candidato afirmou que é vítima, assim como seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, de uma campanha sistemática de perseguição. Na avaliação do congressista, setores da imprensa estariam promovendo uma “construção de narrativa” destinada a desgastar sua imagem.
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Entrar no grupo “A perseguição é desproporcional. Não adianta eu ficar me explicando ponto a ponto cada vez que me acusam de alguma coisa porque não tem nada, mas cria-se essa atmosfera […]”, disse o congressista. “Não sou investigado em absolutamente nada. É só a imprensa me julgando e me condenando todos os dias, 24 horas por dia.”
Notas fiscais e suposta ligação com o Banco Master
Outro tema abordado durante a transmissão foi uma reportagem que trata de duas notas fiscais emitidas pelo escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro para a Copenhagen Consultoria. A empresa é apontada como parte de uma estrutura vinculada a Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.
Conforme publicação do portal Metrópoles, o escritório teria emitido e, na sequência, cancelado em 7 de abril de 2025 duas notas fiscais que totalizavam R$ 1 milhão. Ainda de acordo com a reportagem, a Copenhagen seria uma empresa de fachada usada por Vorcaro para movimentar recursos do Master.
O senador rejeitou qualquer irregularidade envolvendo o episódio. Além de negar ter recebido os valores, Flávio afirmou que sequer chegou a prestar o serviço contratado.
“Estou sendo acusado de não aceitar trabalhar para uma empresa que supostamente tem alguma coisa com o Vorcaro”, destacou o parlamentar.