“Não há uma preocupação de investigar, zelar pelo dinheiro público, mas de interferir nas eleições mais uma vez. Espero que eles não tentem nenhuma gracinha para cima de mim, não queiram fazer nenhuma ação ilegal para cima de mim. Ainda mais neste momento, em que todas as pesquisas apontam que estamos na frente”, declarou Flávio Bolsonaro.
Cenário de “ditadura judiciária” em caso de reeleição de Lula
O candidato do PL também traçou um cenário hipotético para alertar seus seguidores. Ele afirmou que, caso o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conquiste um novo mandato, o Brasil caminharia para o que chamou de ditadura judiciária.
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Entrar no grupo “Já imaginaram se Lula indicasse mais quatro Alexandre de Moraes para o Supremo? Já imaginaram se Lula indicasse mais quatro Flávio Dino para o Supremo? Joga a chave e vai embora. Seria a ditadura mais perversa, que a do Judiciário”, afirmou.
Convocação de fiscais de urna
Além das críticas ao STF, Flávio Bolsonaro aproveitou a live para convocar apoiadores a se inscreverem como fiscais de urnas nas eleições. Para ele, a presença massiva de fiscais é fundamental para evitar fraudes no dia da votação.
“Vamos recrutar pessoas para se inscrever. Vão ser credenciadas e ter um rápido ensinamento como se faz para fazermos fiscalização das urnas. Temos que ter gente nossa no Brasil inteiro para evitar que pessoas mal-intencionadas votem no lugar de outras”, conclamou o candidato.
As declarações foram feitas em um momento no qual Flávio pontua bem nas pesquisas eleitorais, o que, segundo ele próprio, poderia motivar reações por parte de integrantes do Judiciário. O tom adotado pelo candidato reforça a estratégia de confronto direto com o STF, bandeira recorrente de seu discurso de campanha.