Flávio Bolsonaro entrega cheques simbólicos de mais de R$ 1 milhão a famílias de policiais mortos no RJ
Flávio Bolsonaro entrega R$ 1,2 milhão arrecadado em vaquinha a famílias de policiais mortos e a agentes feridos no RJ.
Por Redator 15/11/2025 Atualizado em 15/11/2025
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado/ND Mais
“Vaquinha” superou meta inicial de R$ 400 mil e atingiu R$ 1,2 milhão em menos de 24 horas
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) entregou, nesta sexta-feira (14), cheques simbólicos às famílias dos policiais mortos e também aos agentes feridos na megaoperação realizada no Rio de Janeiro em 28 de setembro. A arrecadação, organizada por meio de uma vaquinha virtual aberta em 2 de novembro, tinha meta inicial de R$ 400 mil, mas ultrapassou o objetivo rapidamente.
No total, foram R$ 1.200.327,99 reunidos por 21.433 doadores. Segundo Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro também participou com uma contribuição. “Mais de 20 mil brasileiros tirando o dinheiro do bolso, inclusive eu, inclusive o presidente Bolsonaro”, afirmou.
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Entrega simbólica e mensagem às famílias
Durante o ato de entrega, Flávio Bolsonaro conversou com o filho de Heber Carvalho da Fonseca, um dos policiais mortos na operação: “Tenha muito orgulho do teu pai. Ele estava fazendo uma coisa que amava. Ele estava defendendo os amigos dele. O que seu pai simboliza é uma irmandade.”
O senador encerrou dizendo: “Enquanto eu estiver respirando e enquanto eu tiver uma função pública, podem contar comigo sempre para ajudar a polícia.”
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Como a arrecadação superou a meta, o valor total passou a ser dividido entre as famílias dos policiais mortos e também os agentes feridos na ação. Na divulgação da campanha, Flávio exaltou “heroísmo” e “superação”, pedindo aos seguidores que “honrassem quem deu a vida por todos nós”.
Policiais mortos na operação
Entre as 121 mortes registradas na Operação Contenção, quatro eram policiais:
Cleiton Serafim Gonçalves (sargento do Bope),
Heber Carvalho da Fonseca (sargento do Bope),
Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho (policial civil),
Rodrigo Velloso Cabral (policial civil).
Flávio declarou nas redes sociais que eles “perderam suas vidas cumprindo o dever de proteger a população”.