“Vim aos Estados Unidos, mais uma vez, fazer o trabalho que o Lula e o PT, o Partido do Tarifaço, decidiram não fazer. Vim para defender as empresas brasileiras, para defender a nossa economia e o nosso PIX. No que depender de mim, não vai ter tarifa no Brasil!”
Defesa técnica e política na audiência
Segundo Flávio Bolsonaro, sua intervenção durante a sessão foi “técnica, mas também política”. O parlamentar argumentou que a adoção das tarifas prejudicaria não apenas o Brasil, mas também consumidores e empresas norte-americanas. Para ele, a imposição da sobretaxa representaria uma “vitória política” para o governo Lula.
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Entrar no grupo “Não imponham as tarifas ao Brasil, preservem o sucesso do Pix e cancelem esta medida para que possamos negociar”, disse Flávio durante a audiência.
O senador também defendeu que as questões levantadas pela investigação comercial dos EUA fossem resolvidas por meio de negociação, e não pela imposição unilateral de tarifas.
Governo brasileiro não enviou representantes
Um dos pontos centrais das críticas de Flávio Bolsonaro foi a ausência de integrantes do Palácio do Planalto na audiência. De acordo com o senador, empresários, advogados e representantes do setor produtivo brasileiro estiveram presentes no encontro para defender os interesses do país. Entretanto, o governo federal não enviou representantes para participar da sessão.
Investigação abrange Pix, etanol e outros temas
A audiência faz parte de uma investigação comercial mais ampla, aberta pelo governo norte-americano, que analisa diversas práticas adotadas pelo Brasil. Entre os temas sob escrutínio do órgão estão o Pix, acordos comerciais, etanol, desmatamento, corrupção e pirataria. A proposta de tarifa adicional de 25% é uma das possíveis consequências dessa apuração.