POLÍTICA

Gilmar fala em imparcialidade no TSE, mas recado à gestão de Nunes Marques chama atenção

Gilmar Mendes cobra imparcialidade da Justiça Eleitoral e reforça papel de supervisão do STF em recados lidos como indiretas a Nunes Marques

Decano do Supremo publica artigo com recados sobre politização dos tribunais eleitorais e reforça papel fiscalizador da Corte máxima

Em um artigo publicado no X neste sábado, 19, o ministro Gilmar Mendes, decano do Tribunal Federal (STF), fez uma enfática defesa de uma Justiça Eleitoral “altiva, imparcial e apartidária”. As declarações, embora sem citar nomes diretamente, são lidas no meio jurídico como recados direcionados à atual gestão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), presidido pelo ministro Nunes Marques.

Politização como o risco mais grave

No centro das preocupações do decano está o que ele classificou como o perigo mais grave para a democracia: a “ da Justiça Eleitoral“. Segundo Gilmar Mendes, o TSE deve ter como único compromisso a Constituição e as leis, sem qualquer inclinação partidária. A ênfase nesse ponto, em um momento em que Nunes Marques comanda o tribunal, foi interpretada como uma indireta ao atual presidente da Corte eleitoral.

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