POLÍTICA

Gilmar valida aumento do Bolsa Família e afasta violação à Lei das Eleições

Ministro Gilmar Mendes do STF validou reajuste do Bolsa Família em ano eleitoral afirmando que correção pela inflação não viola legislação eleitoral

Decano do STF entende que reajuste pela inflação não configura violação à Lei das Eleições

A correção de pouco mais de 15% nos valores do Bolsa Família, promovida pelo governo Lula, foi considerada legal pelo decano do Federal (STF), Gilmar Mendes, nesta sexta-feira, 18. Segundo o magistrado, o reajuste corresponde apenas à reposição inflacionária medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor, sem qualquer aumento real no benefício.

Decisão diferencia reajuste atual de medidas adotadas em 2022

Ao fundamentar sua decisão, Gilmar Mendes fez questão de traçar uma distinção clara entre o reajuste atual e as medidas implementadas por meio da Emenda Constitucional 123, de 2022, durante o governo Bolsonaro. Conforme o decano, aquela emenda ampliou benefícios, criou novos pagamentos e elevou o número de famílias contempladas, com vigência restrita ao período de agosto a dezembro daquele ano eleitoral.

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