Ao lado de um diretor da empresa, o “Veio” da Havan defendeu a prática e traçou um paralelo com os Estados Unidos, onde, segundo ele, “até no papel higiênico tem a bandeira americana”. O empresário ressaltou que a estampa está presente nas sacolas de todas as unidades da rede.
Hang questiona prioridades do MPF-MS
Em tom crítico, Luciano Hang questionou as prioridades do órgão ministerial. “[…] Eu acho que nós temos que ser, cada vez mais, ter orgulho de usar o verde e amarelo, de usar a nossa bandeira, orgulho. Imagina quantas sacolas saem por aqui, as pessoas com a sacola? Agora, será que o Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul não tem nada mais o que fazer, não tem bandido, não tem ocupação, não tem pichação, tá tudo em ordem lá no Estado?”, questionou.
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Entrar no grupo Resposta da Havan ao procurador
O empresário informou que a Havan já encaminhou uma resposta formal ao procurador responsável pelo caso. De acordo com Hang, a empresa possui autorização para utilizar a bandeira do Brasil em seus materiais.
“A gente procurou. Podemos, sim, utilizar, é algo que o brasileiro pode usar, sim, não tem problema. Nós não estamos queimando em praça pública a nossa sacola, nós não estamos fazendo nada de mais com a sacola, nós estamos mostrando o nosso patriotismo com o nosso país”, declarou.
Havan já enfrentou situação semelhante no Maranhão
Não é a primeira vez que a rede varejista enfrenta questionamentos de órgãos públicos. O MPMA (Ministério Público do Maranhão) notificou a empresa solicitando a retirada da Estátua da Liberdade instalada na loja de São Luís, alegando poluição visual e descumprimento de normas urbanísticas e ambientais.
Conforme o MPMA, três notificações foram emitidas à empresa desde 2023. Além disso, a Prefeitura de São Luís aplicou um Auto de Infração em 2025, mas a situação de irregularidade teria persistido até o momento.