Bahia, Rio Grande do Norte e Maranhão empatam entre os cinco piores
Completando a lista dos cinco piores desempenhos do Ideb, três estados aparecem empatados com 5,7 pontos: a Bahia, de Jerônimo Rodrigues (PT); o Rio Grande do Norte, de Fátima Bezerra (PT); e o Maranhão, de Carlos Brandão, ex-PSB e atual MDB.
Cartões corporativos do governo Lula batem recordes de gastos
As despesas do governo Lula (PT) com os chamados “cartões de pagamento do governo federal” não param de crescer desde 2023. Esses cartões bancam qualquer despesa que autoridades considerem necessária, do cafezinho à gasolina. O salto nos valores é expressivo: de R$90,7 milhões no primeiro ano do terceiro mandato para R$122,3 milhões em 2025. Em 2026, os gastos já ultrapassam R$60,7 milhões.
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Entrar no grupo Os apenas 13 cartões sob responsabilidade da Presidência da República já consumiram R$8,6 milhões neste ano — quase tudo sob sigilo, naturalmente. Existem dois tipos de cartões: os chamados “cartões corporativos” (pagamento) e os da defesa civil, destinados exclusivamente a emergências.
No primeiro ano de Lula, os gastos com esses cartões aumentaram R$500 mil em relação ao último ano de Jair Bolsonaro. Já em comparação com 2025, a alta foi de 35%.
Poder sem Pudor: Deus é testemunha
O senador Mello Viana abandonou as hostes do brigadeiro Eduardo Gomes e virou militante apaixonado da candidatura do general Eurico Gaspar Dutra, na campanha presidencial de 1945. Num comício em Belo Horizonte, ergueu as mãos para os céus e pediu a Deus que Dutra fosse eleito. Padre Dutra, eleitor do brigadeiro, foi correndo contar a cena para Milton Campos: “O senhor precisava ver a cara do Mello Viana dirigindo-se a Deus!”. Campos respondeu: “Pois eu queria era ver a cara de Deus”.
Representação contra Ciro Nogueira e outras notas políticas
Ciro Nogueira (PP-PI) foi alvo de representação no Conselho de Ética do Senado, órgão que está às moscas desde a pandemia da Covid-19. O partido Novo apresentou a representação, motivada pela chamada “Emenda Master”.
A Gasto Brasil, iniciativa da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) e da Associação Comercial de São Paulo, já registra quase R$3,4 trilhões em despesas dos governos em 2026.
Além de não pretender ir presencialmente ao depoimento à Polícia Federal para explicar supostos mimos que teria ganhado de Daniel Vorcaro (Master), o senador Jaques Wagner (PT-BA) quer adiar a oitiva.
Admirado ex-diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo não vai “assumir” a área de Relações Exteriores do candidato do PSD a presidente, Ronaldo Caiado. Foi procurado para opinar sobre o plano de governo e só.
Frase do dia
“Lula está completamente Biden. É um processo de bidenização” — Flávio Bolsonaro (PL), preocupado com ideias e raciocínio atrasados do adversário.
Destaques do cenário político e econômico
A governadora Celina Leão afirmou que o governo do DF virou a página do déficit e projeta superávit de R$ 3 bilhões. “Assumimos um governo com rombo de quase R$ 5 bilhões e fizemos um choque de gestão”.
Julho foi o segundo mês consecutivo em que brasileiros correram para retirar os trocados que juntavam na poupança. Segundo o Banco Central, as retiradas líquidas no mês somaram mais de R$7,1 bilhões no período.
Candidato do Novo ao Planalto, Romeu Zema disse que “certamente” iria retaliar contra os EUA no caso das tarifas. Para Carlos Bolsonaro, a fala representa um erro político. “É uma máquina de apoio ao Lula”, resumiu.
Ministro da Fazenda, o encarregado das contas públicas, Dario Durigan afirmou que Lula (PT) “zerou o déficit”, ignorando os R$200 bilhões de rombo. Ele não é economista, é advogado e administrador público.
O Ideb trouxe alguma surpresa?