Segundo o jornal norte-americano, “Imagens de satélite mostram uma coluna de fumaça preta e extensos danos no complexo residencial do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, em Teerã, embora seu paradeiro não esteja claro”.
Relatos indicam destruição de edifícios
Na rede social X, o jornalista Christiaan Triebert afirmou que diversos prédios do complexo foram destruídos. “Embora o paradeiro atual do líder supremo do Irã seja desconhecido, o complexo é geralmente usado como sua residência oficial”, declarou.
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Entrar no grupo A ofensiva ocorreu na madrugada deste sábado, 28, quando Estados Unidos e Israel lançaram um ataque contra o Irã. Informações divulgadas pela imprensa que atua no Oriente Médio indicaram que o complexo de Khamenei foi bombardeado, assim como endereços ligados ao presidente iraniano Masoud Pezeshkian.
O Canal 12, citando fontes israelenses não identificadas, afirmou que o palácio de Khamenei foi completamente destruído. A emissora também informou que o paradeiro do líder supremo não é conhecido até o momento.
Principais líderes iranianos teriam sido alvo
Ainda de acordo com os relatos iniciais, todos os principais líderes do Irã teriam sido alvos das ações militares realizadas até agora. Entre os nomes citados estão o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Sayyid Abdolrahim Mousavi; o secretário do recém-criado Conselho de Defesa do Irã, Ali Shamkhani; e o secretário do Conselho de Segurança Nacional do Irã, Ali Larijani.
As investidas contra esses dois líderes indicam a intenção dos EUA e de Israel de derrubar o regime dos aiatolás.
Resposta do Irã amplia tensão na região
Após o bombardeio, o Irã respondeu com o lançamento de mísseis contra Tel-Aviv e bases militares norte-americanas na região. Instalações no Barhein, Emirados Árabes Unidos, Jordânia e Kuwait teriam sido atingidas. Ainda não há confirmação sobre a dimensão dos danos provocados.
Atualmente, os Estados Unidos mantêm 19 bases militares no Oriente Médio, além de outras instalações acessíveis por meio de acordos estratégicos com países da região. Essa estrutura garante aos norte-americanos a maior presença militar global, superando outras potências.