Eduardo Alvarez, diretor da escola Flying Parrot Córdoba, relatou que, momentos antes de saltar, o instrutor disse à estudante:
– Você sabe o que tem que fazer, siga em frente.
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Entrar no grupo Logo em seguida, Bertazzo retirou os fones de ouvido, deixou o celular de lado e abriu a porta da aeronave. Segundo Alvarez, essa manobra é particularmente difícil por causa da pressão do ar durante o voo.
Aluna com pouca experiência conseguiu pousar com orientação do solo
A identidade da jovem não foi divulgada. Embora já possuísse brevê (certificado de pilotagem), ela tinha pouca experiência prática e participava de uma sessão de treinamento. Mesmo profundamente abalada pela situação, a estudante conseguiu manter comunicação com a equipe em solo e realizou o pouso normalmente, em segurança.
Histórico de atendimento psiquiátrico não foi comunicado à escola
De acordo com o jornal argentino Clarín, Leandro Bertazzo havia buscado atendimento psiquiátrico anteriormente. No entanto, essa informação nunca foi repassada à escola de aviação onde ele atuava como instrutor.
Eduardo Alvarez afirmou que o comportamento de Bertazzo no dia do incidente não levantou qualquer suspeita entre os colegas da escola. A única atitude considerada fora do comum foi ele ter pedido carona até o Aeroporto Coronel Olmedo, já que habitualmente utilizava o próprio carro para ir ao local.
Além de exercer a função de instrutor de voo, Bertazzo também tinha carreira como piloto comercial.
Onde buscar ajuda
Se você está passando por sofrimento psíquico ou conhece alguém nessa situação, veja onde encontrar apoio:
Centro de Valorização da Vida (CVV)
Se estiver precisando de ajuda imediata, entre em contato com o Centro de Valorização da Vida (CVV), serviço gratuito de apoio emocional que disponibiliza atendimento 24 horas por dia. O contato pode ser feito por e-mail, pelo chat no site ou pelo telefone 188.