Justiça

Itaú admitiu prática de “extrema má-fé” — mas como os valores apareciam nos cartões?

Itaú admitiu cobranças indevidas em cartões de crédito por 14 anos após acordo com o Ministério Público de Minas Gerais expor prática abusiva

Banco admitiu prática classificada como de “extrema má-fé” ao assinar acordo com o Ministério Público de Minas Gerais

Um acordo firmado entre o Itaú e o Ministério Público de (MPMG) trouxe à tona uma prática sistemática que durou ao menos 14 anos: a inclusão de cobranças indevidas nas faturas de cartões de de centenas de milhares de clientes. Os serviços cobrados não haviam sido contratados nem solicitados pelos consumidores.

A estratégia para camuflar as cobranças

A ação civil coletiva que originou o acordo, revelada pelo Metrópoles na coluna Manoela Alcântara, detalha os métodos empregados pelo banco para ludibriar os correntistas, impor as cobranças e tornar o cancelamento praticamente inviável.

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