Cantora se posicionou nas redes sociais e cobrou respeito aos agentes de segurança
A cantora Jojo Todynho usou suas redes sociais nesta terça-feira (28) para defender os policiais que atuam na megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, no Rio de Janeiro. A artista também criticou setores da esquerda, que, segundo ela, desrespeitam e atacam agentes de segurança.
A operação — que mobiliza 2,5 mil policiais civis e militares — tem como objetivo prender integrantes do Comando Vermelho (CV) e cumprir mandados de busca e apreensão na Zona Norte da capital fluminense.
Durante o confronto, quatro policiais morreram e seis ficaram feridos. Até as 14h35, o número de mortos chegou a 60, segundo as forças de segurança. Criminosos reagiram com tiros, ergueram barricadas e lançaram explosivos por drones contra os agentes.
A ofensiva faz parte da Operação Contenção, criada para impedir a expansão do crime organizado no estado.
Cláudio Castro volta a cobrar ajuda federal
O governador Cláudio Castro (PL) voltou a criticar o governo federal pela falta de apoio no combate às facções criminosas.
Ele afirmou ter pedido três vezes o envio de blindados do Exército, mas, segundo o governador, todas as solicitações foram negadas.
“O Rio está há muito tempo lutando praticamente sozinho contra o crime. Precisamos de apoio da União”, disse Castro em entrevista.
Jojo critica polarização política e defende forças de segurança
Em seu pronunciamento, Jojo Todynho afirmou que considera injustas as críticas direcionadas a quem atua nas ruas.
“Nossos policiais merecem respeito. Estamos à mercê da violência. É uma vergonha a sociedade brasileira normalizar o caos em que vivemos diariamente”, escreveu a cantora.
A artista também condenou o que chamou de “preconceito político” contra quem apoia as forças de segurança.
“As piores pessoas são aquelas que apontam e julgam. Quem se esconde atrás de bandeiras pratica crimes e preconceitos”, disse.
Por fim, Jojo ressaltou que não aceita ser intimidada por grupos políticos e reafirmou suas convicções pessoais.
“Tenho certeza de que nunca errei no meu caminho. Parem de tratar bandeiras como pet de estimação. Que Deus seja conosco!”, concluiu.
É de artistas assim que o nosso Brasil precisa, não de escrotos defendendo a barbárie.