Embora o chatbot tenha inicialmente recusado fornecer instruções diretas, ele apresentou comparações entre objetos que poderiam ser utilizados. Segundo o promotor Andrew Thomas, houve sugestões gerais durante a interação. “O chatbot sugeriu que um martelo poderia ser mais eficaz para alguém sem experiência e apresentou vantagens e desvantagens”, afirmou.
Preparação e execução do crime
O planejamento durou cerca de três semanas. Após completar 18 anos, Roberts adquiriu legalmente os itens que utilizaria no ataque.
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Entrar no grupo Antes de agir, em outubro de 2025, ele gravou um áudio registrando sua decisão. “Este é o momento, vamos fazer isso”, declarou. A vítima, segundo relatos apresentados no tribunal, já demonstrava preocupação com o comportamento do filho nas semanas anteriores.
Após o crime, o jovem também registrou suas impressões em outra gravação. “Aquilo foi assustador, pareceu algo fora da realidade”, disse.
Tentativa de encobrir o ocorrido
Depois da ação, Roberts tentou dificultar a descoberta do crime. Ele apagou vestígios de sangue e utilizou o celular da mãe para responder mensagens de familiares, numa tentativa de afastar suspeitas.
As investigações também revelaram que o jovem criou um alter ego e chegou a publicar conteúdos nas redes sociais relatando a agressão.
Detalhes do caso e julgamento
A vítima foi mantida sob controle por horas antes de ser levada a uma área de reserva natural, onde acabou sendo morta.
Durante o julgamento, o juiz Rhys Rowlands destacou a gravidade do caso e a brutalidade envolvida. “Foi, sob qualquer perspectiva, uma forma verdadeiramente terrível de morrer”, afirmou.
Ele também ressaltou o agravante da relação familiar. “Torna-se ainda mais grave pelo fato de o agressor ser o próprio filho, alguém por quem ela demonstrava cuidado”, acrescentou.
Condenação
Roberts se declarou culpado pelo crime e recebeu uma sentença com pena mínima de 22 anos de prisão.