POLÍTICA

Juristas apontam ilegalidades na decisão de Moraes que suspendeu Lei da Dosimetria para condenados do 8 de janeiro

Advogados e professores de Direito apontam que decisão monocrática de Moraes sobre a Lei da Dosimetria não tem amparo constitucional nem legal

Especialistas em Direito afirmam que ordem monocrática do ministro do STF não tem amparo constitucional nem legal

A decisão tomada pelo ministro , do Supremo Tribunal Federal (STF), de barrar a aplicação da nos processos de execução penal dos condenados pelo 8 de janeiro vem sendo duramente criticada por juristas. Para e professores de Direito, a ordem carece de respaldo tanto na Constituição Federal quanto na legislação que disciplina as ações diretas de inconstitucionalidade.

O que decidiu Moraes

No sábado, 9 de maio, o ministro negou a validade da Lei 15.402/2026 em processos de execução penal dos quais é relator. Alexandre de Moraes é também o responsável por duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) ajuizadas pelo Psol e pela Associação Brasileira de (ABI), que buscam a declaração de inconstitucionalidade da norma. Nas decisões proferidas nos processos de execução penal, o ministro invocou as ADIs como justificativa para negar a aplicação da lei, que se encontra em pleno vigor.

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