Prisão recente de vereador petista levanta novas suspeitas
A prisão na semana passada do vereador Senival Moura (PT), suspeito de submissão ao PCC desde 2014, reforçou a tese de que a ligação entre o partido e a organização criminosa pode ter se mantido ao longo dos anos.
Outros episódios corroboram essas desconfianças. Em 2019, áudios de presos do PCC citaram um “diálogo cabuloso” entre integrantes da facção e governos petistas. Já em 2006, durante os ataques do PCC em São Paulo, conversas telefônicas grampeadas de presidiários indicaram que alvos ligados ao PT seriam poupados. Além disso, dirigentes do partido já foram acusados de ligação com perueiros e empresas controladas pelo PCC, utilizadas para lavagem de dinheiro e obtenção de contratos públicos.
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Entrar no grupo Câmara e Senado têm apenas nove dias úteis antes do recesso
A partir desta terça-feira (15), a Câmara dos Deputados e o Senado contam com apenas nove dias úteis de trabalho antes do início do recesso parlamentar, marcado para 18 de julho. A Copa do Mundo, o São João e as festas juninas impactam o calendário legislativo, mas o maior obstáculo, segundo analistas, é a falta de disposição dos parlamentares para aprovar projetos relevantes às vésperas da eleição.
O recesso vai até 4 de agosto. No dia seguinte, 5 de agosto, expira o prazo para que os partidos realizem suas convenções e definam coligações.
Está prevista para hoje uma reunião de líderes da Câmara na qual o presidente da Casa, Hugo Motta, tentará convencer os deputados a avançar com sua pauta. No Senado, o presidente Davi Alcolumbre colocou de molho projetos considerados prioritários pelo governo Lula (PT), como o fim da escala 6×1.
Governador de Santa Catarina denuncia Lula por xenofobia
O governador catarinense Jorginho Mello (PL) denunciou o presidente Lula (PT) à Procuradoria-Geral da República por xenofobia, crime equiparado ao racismo — inafiançável e imprescritível —, que pode resultar em até 5 anos de prisão e multa. A acusação se baseia em declarações de Lula que, segundo Mello, ofenderam todo o povo catarinense ao chamá-los de “racistas”.
Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados no Brasil, “racismo é crime grave com penalidades severas na Lei Brasileira”, e complementa: “o crime de racismo é direcionado a uma coletividade”. O próprio governo federal mantém o Disque 100, serviço de denúncias por violações de direitos humanos, que recebe, entre outras queixas, denúncias contra “discriminação étnica ou racial”… como xenofobia.
Seleção Brasileira vence Japão nos acréscimos
A Seleção Brasileira acabou por derrotar a seleção japonesa por 2×1, de virada, com gol caprichosamente nos acréscimos. O resultado calou a boca do arrogante treinador Hajime Moriyasu, que havia declarado que o time brasileiro “já não é aquele de antes”.
Panorama eleitoral e repercussões políticas
A menos de 100 dias da eleição, pesquisa Nexus/BTG (BR-08521/26) revela alto grau de definição entre os eleitores: 74% já decidiram em quem votar e afirmam que não mudarão de ideia. Apenas 25% ainda admitem alterar o voto.
A mesma pesquisa aponta que o pré-candidato a presidente mais rejeitado é Aécio Neves: 60% dos entrevistados declararam que não votam no tucano “de jeito nenhum”, índice superior ao de Lula, Flávio Bolsonaro e até Cabo Daciolo.
O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) criticou o que chamou de factoide do presidente Lula (PT) sobre o projeto de ampliar o MEI: “Ridículo. Governo de mentira”, disse.
Ex-ministro da Saúde, Marcelo Queiroga atacou o governo Lula por priorizar propaganda em detrimento de ações concretas: “Saúde Pública não se faz com marketing milionário, e sim com planejamento e gestão”, afirmou.
Após Lula registrar queda de cinco pontos no Nordeste, seu principal reduto eleitoral, o ex-procurador da Lava Jato Deltan Dallagnol avaliou que o caso do Banco Master “começou a pesar onde mais dói ao Lula: a urna”.
Poder sem Pudor: Senador não é lastro
O senador Marco Maciel sobrevoava o interior do Rio Grande do Sul, em meados de 1989, quando o pequeno avião Piper começou a ser sacudido por fortes rajadas de vento. Preocupado, o piloto fez um pouso em Júlio de Castilhos, longe do destino, que era o município de Cruz Alta. Maciel se fez de mouco, mas contou depois a amigos, achando muita graça, que ouviu o piloto olhar para seu porte de fiapo e murmurar: “Faltou lastro…”