Lula classifica Lava Jato como a ‘grande mentira do século XXI’ e chama Moro e Dallagnol de ‘monstros’
Presidente Lula atacou a Operação Lava Jato em entrevista e chamou Sergio Moro e Deltan Dallagnol de monstros na TV Brasil
Por ContraFatos 22/05/2026 Atualizado em 22/05/2026
Lula Classifica Lava Jato Como A 'grande Mentira Do Século XXI' E Chama Moro E Dallagnol De 'monstros'
Em entrevista à TV Brasil, presidente atacou a maior operação anticorrupção do país e seus principais protagonistas
Em participação no programa Sem Censura, da TV Brasil, nesta sexta-feira (22), o presidente Lula (PT) disparou críticas contundentes contra a Operação Lava Jato, a maior operação de combate à corrupção da história do Brasil. O petista classificou a operação como a “grande mentira do século XXI” no país.
Ataques a Sergio Moro e Deltan Dallagnol
Ao longo da entrevista, Lula direcionou ataques ao senador Sergio Moro (PL-PR), que à época exercia a função de juiz federal responsável pelos processos da Lava Jato em primeira instância na Justiça Federal de Curitiba. O ex-procurador Deltan Dallagnol, que coordenou a força-tarefa do Ministério Público Federal (MPF), também foi alvo das críticas presidenciais.
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O presidente chamou ambos de “monstros” e declarou que os meios de comunicação teriam “fomentado” a atuação dos dois durante o período em que a operação esteve ativa.
Operação teria causado prejuízos econômicos, segundo Lula
Lula foi além das críticas pessoais e afirmou que a Lava Jato provocou danos econômicos significativos ao Brasil ao atingir grandes empresas que eram alvo das investigações. Na visão do presidente, “o objetivo era quebrar as empresas”, o que, segundo ele, teria resultado na perda de milhões de empregos no país.
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O presidente foi condenado em processos conduzidos no âmbito da Lava Jato. Posteriormente, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou as condenações relacionadas aos casos que tramitaram em Curitiba, decisão que o beneficiou diretamente e viabilizou seu retorno à vida política.
Na entrevista desta sexta-feira, Lula sustentou que a operação foi mantida por “interesses políticos e pelo apoio de setores da imprensa”, reforçando a narrativa que adota desde que foi réu nos processos.