“Injustiça impede nossa celebração”, diz Michelle Bolsonaro sobre aniversário da filha
Michelle Bolsonaro publicou uma homenagem à filha Laura, lamentando que a família não pôde celebrar os 15 anos da jovem como desejava devido à prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. O STF autorizou um almoço restrito com número limitado de convidados e sob fiscalização judicial.
Por ContraFatos 20/10/2025 Atualizado em 20/10/2025
Reprodução/Instagram
Ex-primeira-dama disse que família não pôde celebrar a data “como pretendia” devido à prisão domiciliar do ex-presidente
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) publicou, neste sábado (18), uma homenagem à filha Laura Bolsonaro, que completou 15 anos. Em sua postagem nas redes sociais, Michelle lamentou que a família não pôde comemorar a data como planejava por causa da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
“Infelizmente, não poderemos celebrar como pretendíamos, por conta de uma injustiça que hoje mantém seu pai em prisão domiciliar”, escreveu Michelle.
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Na publicação, a ex-primeira-dama relembrou o nascimento da filha e dedicou uma oração a ela, afirmando confiar em “um Deus que tudo vê e é justo”.
Almoço autorizado pelo STF
Na sexta-feira (17), Moraes autorizou que Bolsonaro realizasse um almoço restrito em casa para celebrar o aniversário de Laura, com até oito convidados, todos previamente listados pela defesa.
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Entre os presentes estavam Michelle Bolsonaro, a madrinha da aniversariante, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), e o maquiador Agustin Fernandez, além de integrantes do grupo de oração da família.
O ministro determinou que o evento seguisse as mesmas restrições impostas pela Justiça, incluindo proibição do uso de celulares e vistoria de veículos que entrassem ou saíssem da residência do ex-presidente.
Prisão domiciliar de Jair Bolsonaro
O ex-presidente está em prisão domiciliar desde agosto de 2025, após descumprir medidas cautelares no âmbito do inquérito sobre coação no curso do processo.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por suposta participação em trama golpista e só pode receber visitas mediante autorização judicial.