Morador de rua que atacou mulher com caco de vidro em Brasília ficou apenas duas horas preso
Homem em situação de rua que feriu jovem com caco de vidro em Brasília foi solto duas horas após a prisão pela PMDF
Por ContraFatos 03/08/2026 Atualizado em 03/08/2026
Morador de rua que atacou mulher com caco de vidro ficou só 2h preso
Homem com 11 anotações criminais foi liberado após assinar Termo Circunstanciado na 5ª Delegacia de Polícia
Um morador de rua que feriu uma jovem de 21 anos com um caco de vidro amarrado à mão em um ponto de ônibus de Brasília permaneceu detido por apenas duas horas antes de ser solto. O episódio violento aconteceu na segunda-feira (3/8), em frente à sede do Banco Central do Brasil, e gerou indignação pela rapidez com que o agressor retornou às ruas.
Como aconteceu o ataque
A vítima, uma mulher de 21 anos, havia acabado de descer de um ônibus por volta das 10h15 e caminhava em direção ao trabalho quando foi surpreendida. De forma repentina, o homem a golpeou pelas costas utilizando um caco de vidro que estava amarrado à sua mão. A jovem foi socorrida e encaminhada ao hospital, onde passou por exames e recebeu alta em seguida.
Leitura
Prisão sem resistência na Esplanada dos Ministérios
A equipe da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) localizou e prendeu o autor do ataque por volta das 15h, na via N1, região da Esplanada dos Ministérios. No momento da abordagem, o homem ainda portava o caco de vidro amarrado à mão e não ofereceu resistência aos policiais.
Agressor foi liberado após assinar TCO
Conduzido à 5ª Delegacia de Polícia, o homem prestou depoimento, assinou um Termo Circunstanciado (TCO) e foi liberado cerca de duas horas depois da prisão. O agressor já era figura conhecida na região e acumula 11 anotações criminais, a maioria por ato obsceno.
Receba no WhatsApp as principais noticias do dia
Entre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
O tenente-coronel Senna, da PMDF, detalhou as circunstâncias do ataque e classificou a ação do agressor de maneira contundente, afirmando que o homem “transformou o próprio corpo em arma letal”.