Moraes assume presidência interina do STF durante recesso de Fachin
Alexandre de Moraes assume presidência interina do STF durante recesso de Edson Fachin até o fim de janeiro.
Por ContraFatos 12/01/2026 Atualizado em 12/01/2026
Foto: Fellipe Sampaio /STF
Supremo funciona em regime de plantão até o fim de janeiro
O ministro Alexandre de Moraes passou a exercer, nesta segunda-feira, 12, a presidência interina do Supremo Tribunal Federal (STF). A mudança ocorre em razão do recesso do presidente da Corte, Edson Fachin, que se afasta temporariamente das funções durante a pausa do Judiciário.
Com a saída provisória de Fachin, Moraes — que ocupa o cargo de vice-presidente — assume o comando do tribunal ao longo do período de recesso, mantendo a condução administrativa e institucional do STF.
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Recesso do Supremo e funcionamento em plantão
O recesso do Supremo teve início em dezembro e segue até o final de janeiro. Nesse intervalo, o tribunal não interrompe totalmente suas atividades, operando em regime de plantão para análise de casos urgentes, tanto novos quanto processos que já estavam em andamento.
Durante esse período, decisões consideradas essenciais continuam sendo apreciadas para garantir o funcionamento mínimo do Judiciário.
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Além de Alexandre de Moraes, também participam do esquema de plantão os ministrosAndré Mendonça, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Flávio Dino, que se revezam na análise das demandas emergenciais encaminhadas ao STF durante o recesso.
Experiência prévia de Moraes no comando interino
Não é a primeira vez que Moraes ocupa a presidência interina do Supremo. Em novembro, ele já havia assumido temporariamente o cargo enquanto Edson Fachin cumpria compromissos em Belém, relacionados à Cúpula do Clima, evento preparatório para a COP30.
Fachin e Moraes estão à frente da Corte desde o fim de setembro, com mandato previsto de dois anos.
Sucessão definitiva segue tradição do STF
De acordo com a tradição do Supremo Tribunal Federal, que adota o critério de antiguidade para a sucessão, Alexandre de Moraes deverá assumir a presidência definitiva do tribunal em 2027, quando se encerra o atual ciclo de comando da Corte.