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Moraes dá prazo de cinco dias para PGR se pronunciar sobre pedido de prisão de Eduardo Bolsonaro

Solicitação foi feita por Lindbergh Farias (PT-RJ) e Talíria Petrone (PSOL-RJ), que também pedem suspensão de benefícios parlamentares

O ministro do Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste, no prazo de cinco dias, sobre o pedido de preventiva do deputado federal Eduardo (PL-SP).

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A solicitação foi apresentada pelos Lindbergh Farias (PT-RJ) e Talíria Petrone (PSOL-RJ), que defendem a medida cautelar sob o argumento de que seria necessária para “garantir a ordem pública, a instrução do processo e a aplicação da lei”.

Argumentos do pedido

O documento protocolado pelos parlamentares cita a suposta continuidade de “manifestações golpistas” atribuídas a Eduardo Bolsonaro e menciona ainda sua atuação considerada ilícita no exterior.

Além da prisão preventiva, o requerimento pede a suspensão imediata do salário, das cotas parlamentares e das verbas de gabinete do deputado. Os autores também sugerem que a avalie com urgência os pedidos de cassação de mandato já protocolados contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Denúncia já apresentada pela PGR

No dia 22 de setembro, a PGR apresentou denúncia contra Eduardo Bolsonaro e Paulo Renato de Oliveira Figueiredo Filho, acusando-os de coação no curso do processo, de forma continuada.

Poucos dias depois, em 30 de setembro, Moraes notificou Eduardo para que apresente defesa prévia à denúncia no prazo de 15 dias.

Agora, cabe à Procuradoria avaliar se há fundamentos para pedir a prisão preventiva ou se a solicitação será rejeitada.


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