Operações policiais se intensificaram após o crime
Desde a morte do militar, a Polícia Civil da Bahia ampliou o efetivo e passou a realizar operações contínuas no entorno do Nordeste de Amaralina. Pouco tempo após o assassinato do cabo, oito pessoas morreram em confrontos com a polícia.
Outras três mortes foram confirmadas na quinta-feira (5), elevando o total para 11 óbitos relacionados às ações subsequentes. Durante as operações, os agentes apreenderam armas de fogo, uma granada e drogas, segundo informações oficiais.
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Entrar no grupo Investigações avançam para identificar autores do ataque
A Secretaria de Segurança Pública da Bahia informou que as investigações sobre a morte de Glauber Rosa Santos avançaram nos últimos dias. Depoimentos de testemunhas vêm sendo colhidos e são considerados fundamentais para a identificação dos responsáveis pelo ataque ao policial.
Apesar das ações em curso, as autoridades reconhecem que os suspeitos ainda atuam na região, historicamente marcada por disputas entre grupos criminosos.
Região é conhecida por altos índices de violência
Com cerca de 76 mil habitantes, o Complexo do Nordeste de Amaralina está localizado próximo a bairros valorizados de Salvador, como Rio Vermelho e Pituba. Mesmo assim, a área carrega um histórico de violência.
Dados divulgados em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e pela própria Secretaria de Segurança Pública apontavam o local como um dos bairros mais violentos e perigosos da capital baiana à época.
Policiamento segue reforçado por tempo indeterminado
As forças de segurança informaram que o policiamento permanecerá reforçado no Nordeste de Amaralina por tempo indeterminado. A SSP também reforçou o pedido de colaboração da população.
Informações sobre integrantes de facções criminosas podem ser repassadas de forma anônima por meio do telefone 181, canal do Disque Denúncia da secretaria.