Cliente relata trauma psicológico e confirma exame laboratorial
De acordo com a denúncia, apresentada pelo advogado Robert Menna, Mary “deu uma mordida no wrap e percebeu que havia ‘tecido humano, a ponta de um dedo'” misturado ao alimento. O processo ainda sustenta que a “negligência” do restaurante acarretou “ferimentos graves, dor, choque e sofrimento psicológico” para a cliente.
“Ela pediu um wrap de frango e, quando mordeu, encontrou um pedaço de dedo. Por sorte, ela não engoliu. Mas ainda assim ficou traumatizada”, disse Menna à revista People.
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Ainda conforme o relato de Mary, o fragmento encontrado foi entregue a um laboratório independente, que confirmou por meio de testes que se tratava de tecido humano feminino.
Restaurante nega as acusações e diz que denúncia é “impossível”
O restaurante em questão, chamado “Create”, se defendeu das acusações afirmando que nenhuma funcionária mulher estava trabalhando no dia do incidente. A seguradora da empresa também rejeitou a versão apresentada por Mary.
A administração do “Create” considerou as alegações como sendo “impossíveis” e “ridículas”.
Proprietário alega fraude e promete processo por difamação
Teddy Karagiannis, proprietário do restaurante, declarou à People que o processo é “totalmente fraudulento” e que pretende entrar com uma ação contra Mary por difamação.
“É simplesmente ridículo”, afirmou ele. “A comida fornecida no estabelecimento passa por várias etapas de inspeção. É impossível. Não pode acontecer no meu estilo de operação”, completou.
Karagiannis também acusou Mary de se recusar a fazer um teste de DNA no fragmento encontrado, o que, segundo ele, poderia comprovar que o “tecido humano” não pertencia a nenhum funcionário do restaurante. Ele chegou a sugerir que a cliente pode ter conseguido o pedaço de dedo em outro lugar.
Cliente faz tratamento preventivo contra doenças infecciosas
Em entrevista ao New York Post, Mary declarou estar “permanentemente traumatizada” pela situação. Ela revelou ainda ter iniciado um tratamento com terapia antirretroviral, como medida preventiva contra possíveis doenças infecciosas a que poderia ter sido exposta ao morder o fragmento.