“Lindbergh e Soraya Thronicke (relatora do PL da misoginia) tem que ser CASSADOS no Conselho de Ética e responder criminalmente pelas suas acusações – que são as mais graves que alguém pode fazer contra um homem: estupro e pedofilia.”
Denúncia foi encaminhada à Polícia Federal
A manifestação de Nikolas ocorre após Lindbergh e Soraya informarem que protocolaram uma notícia de fato na Polícia Federal contra Alfredo Gaspar.
Receba no WhatsApp as principais noticias do diaEntre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
Entrar no grupo Segundo os parlamentares, a denúncia envolve suspeitas de estupro de vulnerável e tentativa de ocultação do crime. Eles afirmaram ter encaminhado documentos, registros e outras informações às autoridades, além de solicitar sigilo e proteção às pessoas envolvidas.
Também foi mencionada a hipótese de pagamentos para silenciar a suposta vítima, com valores que poderiam chegar a R$ 470 mil.
Gaspar nega e aponta possível confusão de identidade
Alfredo Gaspar rejeitou as acusações e afirmou que o caso citado se refere a um primo com o mesmo nome, residente em Alagoas.
De acordo com o deputado, não houve crime e existe exame de DNA que comprovaria que ele não é o pai da criança mencionada.
“As acusações recentemente levantadas por Lindbergh Farias e Soraya Thronicke são falsas, levianas e absolutamente irresponsáveis. Trata-se de uma tentativa clara de desviar o foco das graves investigações conduzidas pela CPMI do INSS, por meio de ataques pessoais e narrativas sem qualquer respaldo na realidade”, declarou.
Reação inclui medidas no Conselho de Ética
Gaspar informou que acionou o Conselho de Ética da Câmara contra Lindbergh Farias pelas declarações feitas durante a sessão da CPMI.
O deputado também pediu desculpas a familiares citados no episódio e afirmou estar “com a consciência tranquila”, acrescentando que “a verdade sempre aparece e o bem sempre vence”.
Soraya cobra esclarecimentos
Por sua vez, Soraya Thronicke afirmou que é necessário esclarecer os fatos e cobrou que o relator apresente provas definitivas.
“Alfredo Gaspar, pare de falar e submeta-se a um exame de DNA, só isso!”, escreveu.
A senadora também declarou que as “supostas/possíveis” vítimas estariam sob proteção do Estado.
Clima de confronto após fim da CPMI
O episódio ampliou a tensão política já existente durante os trabalhos da CPMI do INSS. Após o encerramento da comissão, o conflito entre parlamentares se intensificou e passou a se estender também para as redes sociais.