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ONG cobra investigação sobre patrimônio de Moraes e cita “enriquecimento extraordinário”

Transparência Internacional critica atuação da PGR após reportagens sobre imóveis

A organização Transparência Internacional afirmou que o crescimento patrimonial do ministro Alexandre de Moraes, do Tribunal Federal (STF), levanta questionamentos e deveria ser analisado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

A foi feita após reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, que detalha a evolução do patrimônio imobiliário do ministro e de sua esposa, Viviane Barci de Moraes.

Crescimento patrimonial é citado pela ONG

Segundo o levantamento, o patrimônio imobiliário do casal cresceu 266% desde a entrada de Moraes no STF, em 2017.

Atualmente, eles possuem 17 imóveis avaliados em cerca de R$ 31,5 milhões.

Nos últimos cinco anos, os investimentos em imóveis somaram R$ 23,4 milhões, com aquisições em e São Paulo, realizadas à vista, conforme registros em cartório.

ONG aponta relações com Banco Master

A Transparência Internacional também mencionou possíveis conexões entre Moraes e o Banco Master, ligado ao empresário Daniel Vorcaro.

Segundo a organização, reportagens apontaram encontros entre o ministro e o banqueiro, além de contatos com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, relacionados ao contexto da liquidação da instituição financeira.

Contrato e viagens entram no debate

Outro ponto citado envolve um contrato de R$ 129 milhões firmado pelo escritório de Viviane Barci com o Banco Master.

Além disso, reportagens indicaram que o ministro e sua esposa teriam realizado em aeronaves ligadas ao empresário entre maio e outubro de 2025.

Críticas à ausência de investigação

A ONG criticou a atuação da Procuradoria-Geral da República, afirmando que não há investigação formal em curso sobre o caso.

Segundo a entidade, a situação levanta questionamentos sobre a necessidade de apuração mais aprofundada.

Caso amplia debate público

O tema tem gerado repercussão e alimentado discussões sobre transparência, relações institucionais e controle de agentes públicos.

Até o momento, não há confirmação de irregularidades por parte das autoridades, e os fatos mencionados seguem baseados em reportagens e levantamentos divulgados pela imprensa.


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