- Base de Qamishli (nordeste da Síria)
- Base de Shinshar (região rural de Homs)
- Aeroporto de Aqrba (sudoeste de Damasco)
Além dessas, foram bombardeados um centro de pesquisa militar em Damasco, acusado pelos Estados Unidos de estar ligado ao programa de armas químicas sírio, e um centro de guerra eletrônica próximo à área de Sayeda Zainab, na capital.
Esses ataques representam a maior ofensiva contra bases aéreas sírias desde a queda do regime de Bashar al-Assad.
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Entrar no grupo Destruição de Centros Estratégicos
O centro de pesquisa em Barzé, subordinado ao Ministério da Defesa Sírio, foi completamente destruído. Esse mesmo local havia sido alvo de uma ofensiva conjunta dos Estados Unidos, França e Reino Unido em abril de 2018.
Israel Nega Avanço de Tanques
Rumores sobre o avanço de tanques israelenses em direção a Damasco foram negados pelo exército de Israel. O porta-voz das Forças Armadas de Israel, Avichay Adraee, declarou na rede social X (antigo Twitter) que os relatos são “completamente falsos” e que as tropas israelenses permanecem em posições defensivas na zona tampão das Colinas de Golã.
“As forças armadas israelenses estão estacionadas na zona tampão e em pontos de defesa perto da fronteira, a fim de proteger as fronteiras de Israel”, afirmou Adraee.
Apelo da ONU por Contenção
O enviado especial Geir Pedersen destacou a necessidade de conter a escalada de violência:
“É muito preocupante ver ataques e movimentos israelenses em território sírio. Isso deve parar. É extremamente importante.”
A ONU reforçou a importância de respeitar o direito internacional humanitário e a unidade territorial da Síria.
Futuro dos Acusados de Crimes de Guerra
Com a crescente instabilidade na Síria após a queda de Assad, o destino dos acusados de crimes de guerra tornou-se uma questão urgente. ONGs e países defensores dos direitos humanos pressionam por investigações internacionais e responsabilização judicial.
No entanto, obstáculos como a proteção de aliados políticos e militares e a ausência da Síria no Tribunal Penal Internacional complicam os esforços. A fuga de ex-membros do regime Assad para países vizinhos, como o Líbano, sob proteção do Hezbollah, também dificulta extradições.
Desafios e Possíveis Soluções
O desafio agora é garantir que esses indivíduos sejam localizados e julgados de forma justa, evitando que se refugiem em países que não possuem acordos de extradição ou que não demonstram vontade política para cooperar.