Justiça

Ortobom é condenada a pagar R$ 300 mil por não ter mulheres em cargos de chefia, e TST mantém decisão

TST confirmou por unanimidade condenação da Ortobom a pagar R$ 300 mil por ausência total de mulheres em cargos de gerência

Tribunal Superior do Trabalho confirmou por unanimidade condenação por suposta discriminação de gênero na unidade da empresa em Arapongas (PR)

A 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu, por unanimidade, manter a condenação da fabricante de colchões ao pagamento de R$ 300 mil por . A empresa recorreu da decisão anterior, mas teve o recurso negado. O caso gira em torno da ausência total de mulheres nos 24 — gerência e subgerência — da unidade localizada em Arapongas, no Paraná.

Ação teve origem no Ministério Público do Trabalho

A condenação inicial partiu do Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região, provocado por uma ação civil pública movida pelo Ministério Público do Trabalho (MPT). O órgão identificou a suposta ao analisar o quadro de funcionários da Ortobom na cidade paranaense, onde todas as 24 posições de liderança eram ocupadas exclusivamente por homens.

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